Compreender o cérebro e utilizar toda a capacidade que ele tem não é tarefa fácil. Muita gente nem sabe ao certo o poder que ele tem e alguns desenvolvem maneiras de exercitá-lo e estimular uma infinidade de atividades ligadas ou não a ele. Em São Luís, há pouco mais de um ano, a escola Supera promove cursos de potencialização através de jogos e apostilas que aprimoram o raciocínio lógico, a concentração, relacionamentos, trabalhos em grupo e ainda desenvolvem habilidades que ajudam nas atividades rotineiras do dia a dia.
A escola recebe pessoas a partir de 5 anos e sem limites de idade. As aulas acontecem uma vez por semana e têm duração de duas horas, com atividades dinâmicas e contagiantes. A instituição conta com profissionais especializados, que passam por um treinamento para ministrar as aulas. Uma vez capacitado, o treinamento é sempre renovado com acompanhamentos online e reuniões semanais entre os profissionais afim de trocarem experiências e novas visões acerca do objetivo do curso.
As turmas são divididas por faixa etária, até 12 anos, a partir dessa idade e ainda pessoas portadoras de necessidades especiais. No máximo cada turma recebe até 12 alunos, o que representa quantidade suficiente para que o desenvolvimento de cada aluno seja acompanhado pelo educador. Visando a capacidade individual do aluno, o curso tem duração de 18 meses, dividido em 10 níveis, mas alunos dedicados conseguem concluir em um ano.
Para crianças e jovens o método Supera ajuda no desempenho escolar desenvolvendo a concentração, raciocínio lógico e a criatividade. O interesse pelos estudos e a capacidade de aprendizado aumentam em todas as áreas do conhecimento. Há espaço também para os vestibulandos. Uma forma de mudar a rotina cansativa de horas de estudo e cursinhos. O aluno pode aprender mais as disciplinas estudadas melhorando a memorização dos conteúdos abordados. Nos vestibulares e concursos as chances de resolver um maior número de questões em um curto espaço de tempo são cada vez maiores.
Resultados
Nos adultos, os resultados não são diferentes. Nas mais diversas áreas de atuação o desempenho profissional pode ser aprimorado, desenvolvendo o foco, raciocínio lógico e capacidade em resolver problemas de forma criativa e inovadora, habilidade que a maioria dos profissionais desejam e que o mercado de trabalho exige a cada dia.
Nós humanos utilizamos somente 10% do cérebro. Algumas pessoas teriam a capacidade (inata ou desenvolvida) de utilizar os 90% restantes, desenvolvendo poderes mentais muito além do que geralmente é aceito pela ciência. Apesar de a evolução ter gerado uma certa redundância nos circuitos do cérebro, ele é usado por completo. Pesquisas mostram que diversas técnicas empregadas pela neurociência moderna (tomografia, ressonância magnética, etc) mostram que não existem áreas inativas no cérebro. Como determinadas funções são concentradas em áreas específicas do cérebro, pode ocorrer que em um dado momento uma certa função não esteja sendo utilizada. Isto é: não utilizamos 100% do nosso cérebro durante 100% do tempo, mas utilizamos todo o cérebro ao longo de nossas diversas atividades normais.
PALAVRA DO ESPECIALISTA
“Trabalhamos com o manuseio do ábaco, a resolução constante de desafios, além de dinâmicas e jogos. Isso ajuda em habilidades como a criatividade, a concentração, raciocínio, segurança e autoestima, disciplina, foco e mais uma infinidade de outras habilidades. Funciona como uma malhação para o cérebro. Uma vez na semana já é o suficiente para exercitar o cérebro e os alunos não precisam de mais tempo para realizar esse tipo de atividade, o fim de semana é para o lazer”
Ana Carolina Costa, Educadora
O QUE É ÁBACO?
O ábaco é um antigo instrumento de cálculo, formado por uma moldura com bastões ou arames paralelos, dispostos no sentido vertical, correspondentes cada um a uma posição digital (unidades, dezenas,...) e nos quais estão os elementos de contagem (fichas, bolas, contas) que podem fazer-se deslizar livremente. Teve origem provavelmente na Mesopotâmia, há mais de 5.500 anos. O ábaco pode ser considerado como uma extensão do ato natural de se contar nos dedos. Emprega um processo de cálculo com sistema decimal, atribuindo a cada haste um múltiplo de dez. Ele é utilizado ainda hoje para ensinar às crianças as operações de somar e subtrair.
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